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A velhinha esperta


Uma velhinha subia a rua transportando dois enormes sacos negros, desses que são usados para o lixo. Um deles, roto, deixava de quando em quando cair no chão parte do conteúdo, neste caso notas de 100 Euros. 
Há um polícia que a interpela. 


"A senhora tem de ter mais cuidado" disse-lhe o guarda. "É que está a deixar cair dinheiro desse enorme saco...". 
"Muito obrigada senhor guarda" agradeceu ternamente a velhinha. "Tenho de voltar atrás e apanhar o dinheiro que me caiu... Muito obrigada!". 

O polícia, curioso não a deixou de imediato. 


"Esse saco enorme,  cheio de dinheiro, de onde vem? Não é dinheiro roubado, não?".  
"Que ideia, senhor guarda! Não!", disse ela quase indignada. "Eu moro ali ao lado do estádio de futebol, ali em baixo, sabe?". 
O polícia assentiu que sim. 


"Tenho ali uma casinha com um jardinzinho, umas roseiras, umas buganvílias.. .".
"E os espectadores, à entrada e à saída têm o hábito de se encostar aos arbustos e urinar mesmo em cima dos meus canteiros. De maneira que nos dias de jogo eu escondo-me atrás do muro com a minha tesoura de podar e quando eles estão com o membro de fora eu apareço e digo:
- "Ou me dás cem euros ou corto!". 
O polícia riu-se em gargalhadas francas. 

"Não me parece nada má ideia, sabe?". 

Preparava-se para deixar a velhinha seguir o seu destino quando lhe perguntou:
-"Mas e o outro saco, também tem dinheiro?". 
-"Ah senhor guarda, sabe como é, nem toda a gente paga..."




Eita Monica..

FOGO DA VELHINHA

Juiz: Qual sua idade?
Velhinha: Tenho 86 anos.
Juiz: A senhora pode nos dizer com suas próprias palavras o que lhe aconteceu no dia 1º de abril do ano passado?
Velhinha: Claro, doutor. Eu estava sentada no balanço   de minha varanda, num fim-de-tarde suave de verão,   quando um jovem sorrateiramente senta-se ao meu lado.
Juiz: Você o conhecia?
Velhinha: Não, mas ele foi muito amigável...
Juiz: O que aconteceu depois?
Velhinha: Depois de um bate-papo delicioso, ele   começou a acariciar minha coxa.
Juiz: A senhora o deteve?
Velhinha: Não.
Juiz: Porque não?
Velhinha: Foi agradável. Ninguém nunca mais havia   feito isto comigo desde que meu Ariovaldo faleceu, há   30 anos.
Juiz: O que aconteceu depois?
Velhinha: Acredito que pelo fato de não tê-lo detido,   ele começou a acariciar meus seios.
Juiz: A senhora o deteve então?
Velhinha: Mas claro que não, doutor...
Juiz: Por que não?
Velhinha: Porque, Meritíssimo, ele me fez sentir viva excitada. Não me sentia assim há anos!
Juiz: O que aconteceu depois?
Velhinha: Ora Sr. Juiz, o que poderia uma mulher de  verdade, ardendo em chamas, já de noitinha, diante de   um jovem ávido por amor?  
Estávamos à sós, abrindo as pernas suavemente, disse-lhe: 'Me possua,  rapaz!'
Juiz: E ele a possuiu?
Velhinha: Não. Ele gritou: '1º de  abriiiiiiiiiiiiiiiiillllllll!'.
Foi aí que eu dei um tiro no filho da puta!!!

Um grande beijo Mônica Seffrin